quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dia M

Hoje tivemos o Dia M na nossa escola, a Biblioteca escolar acolheu os alunos do 1.ºciclo que como não possuem computadores Magalhães realizaram uma actividade orientada na página " O caminho das letras". Realizaram as actividades propostas com entusiasmo, prometeram voltar à página para aprofundá-la.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Semana da criança

Na semana em que se comemorou o Dia da Criança, na biblioteca escolar, e numa parceria BE e animação socioeducativa, decidimos explorar os direitos da crinça. Utilizando vídeos e apresentações multimédia demos a conhecer alguns desses direitos. No final foi lançado um desafio a cada turma, que consistia em escolher um dos direitos explorados e realizar um trabalho sobre ele. Na última semana de aulas todos os trabalhos irão estar expostos na biblioteca.

`A conversa com...João Manuel Ribeiro


Recebemos na nossa escola o escritor João Manuel Ribeiro. A curiosidade era muita. Todos queriam conversar com ele. O resultado foi gratificante pois os alunos mostraram muito interesse em conhecer as obras do escritor e interagiram com ele na sua apresentação. Os alunos da turma da professora Teresa Leão trabalharam o livro " Poemas para brincalhar" e declamaram uma das poesias incluidas no mesmo. Estiveram muito bem, foi um bom trabalho.

domingo, 16 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Eu e os outros"- Higiene Pessoal







Esta semana na biblioteca, deu-se continuidade ao projecto "Eu e os outros" abordando a temática"Higiene Pessoal". Além de uma breve conversa sobre cuidados de higiene, alguns alunos explicaram à turma quais os cuidados a ter no banho e na escovagem de dentes. Com o apoio dos bonecos, gentilmente, cedidos pelas salas do pré-escolar, foi curioso ver que os alunos conheciam bem as regras de higiene. Os alunos revelaram-se muito receptivos à forma como foi abordada a temática.

Trabalhos: Cristina Carvalho



A Turma da Professora Teresa Leão, mostrou que gostou muito do encontro com a escritora Cristina Carvalho pois realizou trabalhos muito interessantes. Os trabalhos, além de dizerem o quanto os alunos gostaram do encontro, mostraram que, após terem falado com a escritora, ficaram muito curiosos e por isso foram pesquisar sobre a cidade referida no livro, o barco que naufragou e a sua história. Os trabalho estão expostos na Biblioteca.

Os alunos da professora Carla Batista mostraram o seu agrado deixando comentários no Blogue da Biblioteca:

Turma da Sala 10 disse...
No dia 19 de Abril , uma senhora chamada Cristina carvalho esteve a falar sobre o seu último livro: “O gato de Uppsala”. Depois fizemos perguntas e ela respondeu.
Eu gostei muito.

Ricardo 3ºBR

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sugestões de leitura



Os volumes anteriores da colecção História de Portugal, respectivamente sobre a Ditadura de Salazar e a Guerra Colonial, parecem funcionar como antecedentes deste, que se centra na narrativa da Revolução de Abril propriamente dita, consequência quase natural de várias décadas de opressão, censura, pobreza e guerra. Neste livro, os elementos visuais mais marcantes são, além das personagens referenciais, retratadas com fidelidade e tornadas próximas pelo traço sensível da ilustradora, os objectos como os cravos e as espingardas. Estas, símbolo dos militares e do papel relevante desempenhado na mudança de regime, surgem, a par de outros elementos bélicos, conotadas com a Paz e a relativa tranquilidade que caracterizou a transição. Os cravos têm, na própria estrutura do livro, uma centralidade relevante, não só pelo impacto cromático da cor vermelha que surge disseminada por várias páginas, mas também por todas as conotações simbólicas que os caracterizam, associando-os ao movimento popular espontâneo, à vida e ao florescimento de um país depois de décadas de fechamento e isolamentos profundos, à esperança no futuro e nas novas gerações, aos movimentos políticos de esquerda, determinantes na preparação da acção revolucionária. Ana Margarida Ramos
(in Casa da Leitura)






Esta narrativa volta a provar a originalidade e a segurança da produção de David Machado, um escritor que se tem vindo a afirmar também no domínio da produção para a infância que, aliás, lhe valeu o importante Prémio Expresso/Gulbenkian/Branquinho da Fonseca. Com recurso aos vários tipos de cómico, sabiamente utilizados durante toda a história, e a um registo capaz de brincar com a linguagem e de comunicar com os leitores mais pequenos, a narrativa desenrola-se ao ritmo alucinante das aventuras do narrador, uma criança, e do seu avô para arranjar habitantes para um aquário. As pescarias sucedem-se e as surpresas não param de acontecer, surpreendendo (e assustando!) tudo e todos. O avô, transformado em cúmplice do neto, participa em todos os desafios que aquele lhe lança sem olhar – porque perdeu os óculos – a consequências. Quando, finalmente, pode observar o que se passa, o susto e a surpresa são totais e contagiam também os leitores. As ilustrações de Paulo Galindro sublinham a dimensão lúdica do texto, recriando com expressividade e humor as situações, sobretudo as mais cómicas. Ana Margarida Ramos (Casa da Leitura)